Foi em 2003 que eu tive contato com a reeducação alimentar pela 1ª vez.
De lá pra cá, tentei muitas coisas, segui muitos caminhos, li muito. Descobri que reeducação é pra quem já teve a educação. Mas aprender a comer depois de adulto é muito mais difícil que parece.
Nunca fui das mais perseverantes, então os processos de emagrecimento nunca haviam sido duradouros para mim.
Agora, enfim, encontrei um caminho coerente a seguir: Vigilantes do Peso. Estou muito feliz. As mudanças de hábitos têm sido em toda a vida. Mas isso tb tem a ver com todo o processo de autodescoberta que comecei quando olhei pra dentro de mim.
Quero muito voltar a esrever aqui, de forma coerente, q faça sentido. Pq as coisas hj têm outro sentido pra mim.
Eu não estou obesa. Eu SOU obesa. Sempre serei. Mas, vigilante, posso me manter equilibrada.
Beijoca.
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Eu não estou, eu SOU obesa. MAS EU SOU LINDA!
Descobri que eu não estou obesa, eu SOU obesa e sempre fui.
Falei isso ao meu marido. Ele me conheceu na única fase da minha vida em que fiquei "magra". Eu pesava 69 kg nos meus 159 cm. Mesmo que acima do peso, como a minha ossatura é grande, eu tava ótima, período em q até me achava magricela.
Mas a verdade é q eu sempre fui obesa. E estive magra por 1 ano, +-.
Não, não adianta que eu nunca vou ser magricela. E a verdade é q eu nem quero.
Preciso, sim, perder esse excesso de gordura abdominal. Diminuir um pouco as medidas. Melhorar a minha saúde. Mas eu sou gorducha. E sou LINDA!
EU SOU GORDUCHA. EU SOU BRANQUELA. EU SOU BUNDUDA. EU SOU PERNUDA.
EU SOU GORDA. GOR - DA. G O R D A ! E EU SOU LIIIIIIINDA!
Escutei no salão e adotei pra minha vida: "Vc está incomodado de ver q sou gorda? Pois arranque seus olhos! Porque eu sou assim. E ME AMO! Se VOCÊ está insatisfeito, arranque OS SEUS olhos, assim vc resolve O SEU incômodo." E me deixe em paz. E isso foi a MELHOR COISA que fiz por mim nos últimos tempos: ME AMAR.
E desde então, minha pele melhorou, meu humor melhorou, minha auto-estima idem, e o desejo do marido tb! ;) Descobri lingeries pra mulheres EXTRA-GOSTOSAS, passei a me vestir com roupas sensuais e sobrias para mulheres GIGA-GOSTOSAS. E nunca fui tão cobiçada, tão cantada! Quem diria?! ;)
Encontrei tb uns blogs com fotos sensuais/ pornôs de mulheres grandes, carnudas, gostosonas, rechonchudinhas, rechonchudíssimas, gordinhas e gordíssimas. E são todas lindas e sexies, pq SE AMAM.
Aprendi a me aceitar como sou e a buscar algo real, uma alimentação factível, voltada pra minha realidade, pro que eu gosto, pro que dá tempo de fazer e que, ainda por cima, me ajuda a cuidar melhor de mim.
Beijoca!
Falei isso ao meu marido. Ele me conheceu na única fase da minha vida em que fiquei "magra". Eu pesava 69 kg nos meus 159 cm. Mesmo que acima do peso, como a minha ossatura é grande, eu tava ótima, período em q até me achava magricela.
Mas a verdade é q eu sempre fui obesa. E estive magra por 1 ano, +-.
Não, não adianta que eu nunca vou ser magricela. E a verdade é q eu nem quero.
Preciso, sim, perder esse excesso de gordura abdominal. Diminuir um pouco as medidas. Melhorar a minha saúde. Mas eu sou gorducha. E sou LINDA!
EU SOU GORDUCHA. EU SOU BRANQUELA. EU SOU BUNDUDA. EU SOU PERNUDA.
EU SOU GORDA. GOR - DA. G O R D A ! E EU SOU LIIIIIIINDA!
Escutei no salão e adotei pra minha vida: "Vc está incomodado de ver q sou gorda? Pois arranque seus olhos! Porque eu sou assim. E ME AMO! Se VOCÊ está insatisfeito, arranque OS SEUS olhos, assim vc resolve O SEU incômodo." E me deixe em paz. E isso foi a MELHOR COISA que fiz por mim nos últimos tempos: ME AMAR.
E desde então, minha pele melhorou, meu humor melhorou, minha auto-estima idem, e o desejo do marido tb! ;) Descobri lingeries pra mulheres EXTRA-GOSTOSAS, passei a me vestir com roupas sensuais e sobrias para mulheres GIGA-GOSTOSAS. E nunca fui tão cobiçada, tão cantada! Quem diria?! ;)
Encontrei tb uns blogs com fotos sensuais/ pornôs de mulheres grandes, carnudas, gostosonas, rechonchudinhas, rechonchudíssimas, gordinhas e gordíssimas. E são todas lindas e sexies, pq SE AMAM.
Aprendi a me aceitar como sou e a buscar algo real, uma alimentação factível, voltada pra minha realidade, pro que eu gosto, pro que dá tempo de fazer e que, ainda por cima, me ajuda a cuidar melhor de mim.
Beijoca!
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Obesidade e auto-obsessão
Nada me tira da cabeça que a minha obesidade está diretamente ligada à minha auto-punição.
Nada me tira da cabeça q entendendo minhas culpas "passadas" eu vou resolver meu "problema" presente.
Há tempos eu venho ventilando a hipótese de não conseguir me manter magra (qdo eu emagrecer) se não conseguir entender o q me faz causar minha obesidade.
Achei um texto muito interessante sobre o auto-boicote, ou a auto-obsessão. Pra quem acredita como eu, olha aqui.
Nada me tira da cabeça q entendendo minhas culpas "passadas" eu vou resolver meu "problema" presente.
Há tempos eu venho ventilando a hipótese de não conseguir me manter magra (qdo eu emagrecer) se não conseguir entender o q me faz causar minha obesidade.
Achei um texto muito interessante sobre o auto-boicote, ou a auto-obsessão. Pra quem acredita como eu, olha aqui.
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sábado, 24 de abril de 2010
Retornar à luta!
Volto hoje, mais uma vez, à minha luta contra a obesidade.
Há quase 10 meses parei de cuidar, de fato, da minha alimentação e do meu emagrecimento. Aconteceram várias coisas ao mesmo tempo e agora chegou a hora de parar de correr.
Hoje estou pesando 86,9 kg. Acho lindo e maravilhoso quem consegue emagrecer sem remédio, só com reeducação alimentar e academia. Isso é lindo, divino e funciona superbem se vc tem tempo pra isso. Pq eu não tenho. Eu tenho q trabalhar, cuidar dos filhos, da casa, do marido, da marmita do marido, das roupas, de estudar, de ir pro estágio, e descansar e, e, e ... E eu, até bem pouco tempo, não sabia nem como organizar meu tempo, que dirá minhas tarefas.
Agora estou mais estável no trabalho, já consegui adquirir um certo respeito e admiração por parte dos colegas no trabalho, venho conseguindo demarcar bem o meu espaço e o meu talento. Não é o trabalho dos meus sonhos, com o salário dos meus sonhos, mas é o MEU trabalho. Onde as pessoas me reconhecem pela minha capacidade, pelo meu conhecimento, pela minha maneira de trabalhar. É o lugar que me deu trabalho quando ninguém me daria, sem experiência na área, sem comprovação da minha experiência profissional anterior, sem cursos de especialização ou formação específica.
O estágio de enfermagem acabou, enfim! E foi este o motivo que me levou a começar a trabalhar com telemarketing: algo que me desse algum retorno financeiro e que me permitisse conciliar com o estágio. Agora eu sou técnica de enfermagem mesmo, só falta pegar o COREN.
Já vivi o luto pela perda da minha mãe. Já tem 6 meses q ela partiu e já não sofro tanto com sua ausência. Aprendi a lidar com esta perda e já sei q é possível sobreviver a isso.
Estou usando o DIU há quase 10 meses, me adaptei muito bem e não preciso me encher de hormônios engordantes para evitar uma gravidez indesejada. Mais que isso, adotei um método eficaz contra meu desejo impulsivamente inconseqüente de ter mais filhos justamente na hora em q estou insatisfeita com meu corpo e a gestação seria uma perfeita desculpa para a obesidade. Sim, sim, não se choque, eu já pensei dessa forma.
Minha vida emocional e sexual anda em plena forma, nunca amei tanto meu marido nem nunca fui tão amada. A completude é cada vez maior. O entrosamento sexual é cada vez mais apaixonante. Os beijos são cada vez mais estonteantes. A atração é cada vez mais impressionante. Tudo isso tão intenso, mesmo depois de quase 8 anos juntos, mesmo apesar da insatisfação tanto dele quanto minha com o meu corpo atual.
Como mãe, tenho me sentido cada vez mais plena, não sofro por passar o dia fora e deixá-los com a pessoa que cuida deles. Encontrei alguém de extrema confiança, que cuida dos meus filhos como se fossem dela e na casa dela, que reforça tudo que fazemos com relação à educação deles. Curto pra caramba o tempo que temos juntos, temos praticado cama-quarto-compartilhado e isso nos tem feito muito felizes. Suprimos nossa ausência com muito chamego na hora de dormir, e não com permissividade como muitos pais fazem por se sentirem culpados pela ausência diária. Pelo contrário, somos linha-dura, exigentes e educamos nossos filhos de forma rígida e, ao mesmo tempo, extremamente amorosa.
A vida financeira tb está ótima, temos conseguido nos equilibrar cada vez melhor e cumprir todas as metas que vimos estabelecendo desde junho do ano passado. Aos poucos, estamos conseguindo deixar nossa casa do jeitinho q desejamos, arrumadinha, bonitinha. Temos conseguido liquidar todas as dívidas dentro do nosso planejamento.
Ou seja, tudo está "azul com bolinhas cor-de-rosa", como sempre disse minha avó.
Então, pergunto eu: por que, raios!, fico eu a me boicotar? Sim, claro que é boicote essa comilança desenfreada.
Agora vou ter que arranjar meu tempo pra comer direito e fazer minha comida direito. Preciso pegar meu transport que herdei da mamãe e arrumar um tempinho pra caminhar ali todo dia.
Lá no salão, comprei um tal de Forever Living, que sei que não é fórmula milagrosa, mas que espero que me ajude a dar um gás agora no começo, pelo menos: são umas cápsulas chamadas "Fields of Greens", que promete ajudar na queima de gordura e uma outra bebida que ainda não peguei, mas que é um anti-oxidante que ajuda a desintoxicar e eliminar gordura e líquido desnecessário, chamado "Aloe Berry Nectar". Vamos ver no que vai dar. Depois anoto minhas medidas pra comparar.
Além disso, venho tomando minha Sibutramina conforme prescrito pela ginecologista. Não, eu não tenho um monte de efeito colateral como todo mundo fala, pelo contrário, me dou super bem com a Sibu e tenho certeza que é isso que tem impedido que eu engorde mais.
Vou cuidar da vida. Depois apareço novamente.
Beijoca.
Há quase 10 meses parei de cuidar, de fato, da minha alimentação e do meu emagrecimento. Aconteceram várias coisas ao mesmo tempo e agora chegou a hora de parar de correr.
Hoje estou pesando 86,9 kg. Acho lindo e maravilhoso quem consegue emagrecer sem remédio, só com reeducação alimentar e academia. Isso é lindo, divino e funciona superbem se vc tem tempo pra isso. Pq eu não tenho. Eu tenho q trabalhar, cuidar dos filhos, da casa, do marido, da marmita do marido, das roupas, de estudar, de ir pro estágio, e descansar e, e, e ... E eu, até bem pouco tempo, não sabia nem como organizar meu tempo, que dirá minhas tarefas.
Agora estou mais estável no trabalho, já consegui adquirir um certo respeito e admiração por parte dos colegas no trabalho, venho conseguindo demarcar bem o meu espaço e o meu talento. Não é o trabalho dos meus sonhos, com o salário dos meus sonhos, mas é o MEU trabalho. Onde as pessoas me reconhecem pela minha capacidade, pelo meu conhecimento, pela minha maneira de trabalhar. É o lugar que me deu trabalho quando ninguém me daria, sem experiência na área, sem comprovação da minha experiência profissional anterior, sem cursos de especialização ou formação específica.
O estágio de enfermagem acabou, enfim! E foi este o motivo que me levou a começar a trabalhar com telemarketing: algo que me desse algum retorno financeiro e que me permitisse conciliar com o estágio. Agora eu sou técnica de enfermagem mesmo, só falta pegar o COREN.
Já vivi o luto pela perda da minha mãe. Já tem 6 meses q ela partiu e já não sofro tanto com sua ausência. Aprendi a lidar com esta perda e já sei q é possível sobreviver a isso.
Estou usando o DIU há quase 10 meses, me adaptei muito bem e não preciso me encher de hormônios engordantes para evitar uma gravidez indesejada. Mais que isso, adotei um método eficaz contra meu desejo impulsivamente inconseqüente de ter mais filhos justamente na hora em q estou insatisfeita com meu corpo e a gestação seria uma perfeita desculpa para a obesidade. Sim, sim, não se choque, eu já pensei dessa forma.
Minha vida emocional e sexual anda em plena forma, nunca amei tanto meu marido nem nunca fui tão amada. A completude é cada vez maior. O entrosamento sexual é cada vez mais apaixonante. Os beijos são cada vez mais estonteantes. A atração é cada vez mais impressionante. Tudo isso tão intenso, mesmo depois de quase 8 anos juntos, mesmo apesar da insatisfação tanto dele quanto minha com o meu corpo atual.
Como mãe, tenho me sentido cada vez mais plena, não sofro por passar o dia fora e deixá-los com a pessoa que cuida deles. Encontrei alguém de extrema confiança, que cuida dos meus filhos como se fossem dela e na casa dela, que reforça tudo que fazemos com relação à educação deles. Curto pra caramba o tempo que temos juntos, temos praticado cama-quarto-compartilhado e isso nos tem feito muito felizes. Suprimos nossa ausência com muito chamego na hora de dormir, e não com permissividade como muitos pais fazem por se sentirem culpados pela ausência diária. Pelo contrário, somos linha-dura, exigentes e educamos nossos filhos de forma rígida e, ao mesmo tempo, extremamente amorosa.
A vida financeira tb está ótima, temos conseguido nos equilibrar cada vez melhor e cumprir todas as metas que vimos estabelecendo desde junho do ano passado. Aos poucos, estamos conseguindo deixar nossa casa do jeitinho q desejamos, arrumadinha, bonitinha. Temos conseguido liquidar todas as dívidas dentro do nosso planejamento.
Ou seja, tudo está "azul com bolinhas cor-de-rosa", como sempre disse minha avó.
Então, pergunto eu: por que, raios!, fico eu a me boicotar? Sim, claro que é boicote essa comilança desenfreada.
Agora vou ter que arranjar meu tempo pra comer direito e fazer minha comida direito. Preciso pegar meu transport que herdei da mamãe e arrumar um tempinho pra caminhar ali todo dia.
Lá no salão, comprei um tal de Forever Living, que sei que não é fórmula milagrosa, mas que espero que me ajude a dar um gás agora no começo, pelo menos: são umas cápsulas chamadas "Fields of Greens", que promete ajudar na queima de gordura e uma outra bebida que ainda não peguei, mas que é um anti-oxidante que ajuda a desintoxicar e eliminar gordura e líquido desnecessário, chamado "Aloe Berry Nectar". Vamos ver no que vai dar. Depois anoto minhas medidas pra comparar.
Além disso, venho tomando minha Sibutramina conforme prescrito pela ginecologista. Não, eu não tenho um monte de efeito colateral como todo mundo fala, pelo contrário, me dou super bem com a Sibu e tenho certeza que é isso que tem impedido que eu engorde mais.
Vou cuidar da vida. Depois apareço novamente.
Beijoca.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Eu, hoje
A semana passada foi corrida, não deu pra postar aqui.A Najana perguntou e é válido colocar aqui: Como está hoje o meu emagrecimento, minha realidade?
Esta semana completarei 31 anos. Tenho 1,58 m e estou pesando 86 kg. Tenho uma balança digital em casa, mas descobri que ela rouba e não me mostra o peso certo, então agora me baseio pelo peso da balança da academia.
Minha luta contra a obesidade existe desde que me entendo por gente.
Hoje tenho dois filhos: o mais velho completará 4 anos no mês que vem; o mais novo completou 5 meses ontem. Então, além de emagrecer sem fome, eu preciso amamentar. Sou casada há 5 anos e 8 meses. Meu marido sempre me apoiou, hoje mais que nunca, mas sempre sofreu com a instabilidade do meu peso e a minha forma de lidar com isso.
Todas as vezes que comecei dietas restritivas, dei com os burros n’água. Comigo nunca funcionou. Não sei se porque eu nunca tive disciplina suficiente até hoje, não sei se porque meu corpo realmente não aceita, não sei se porque programei mal a minha cabeça. Só sei que o melhor que funcionou foi praticar atividade física. Restrição, só com medicação. E a isso eu não me submeto mais não.
Por isso, hoje eu vou à academia cinco vezes por semana. Não faço nenhuma dieta específica, primeiro por não acreditar na eficácia de nenhuma delas em mim; segundo porque a amamentação e as atividades físicas me dão uma fome tão megamonstro que se eu entrar numa de restringir, babau. Então, eu vivo em reeducação alimentar e “redução de danos”: evito frituras, gorduras em geral e excesso de doces e massas em geral. Mas não me privo também não. Pode ser esquisito isso, vindo de alguém que precisa emagrecer, mas é a verdade. Já sofri muito com privações insanas que sempre acabavam em crises compulsivas.
Estou praticando a antidieta, ainda meio capenga, mas melhorando a cada dia. É difícil você entender o que o seu corpo *quer* e diferenciar do que *precisa*. Mas estou caminhando. Aliás, acho que estou em TPM (se é que serve de desculpa... ;P ) e acabei tendo umas compulsividades açucaradas e proibidonas na semana passada, mas ainda assim, foi mais fácil que antigamente. Procurei algo que desse uma saciedade maior com uma menor quantidade, tipo chocolate meio amargo e coisas assim.
Outra arma no combate à obesidade é o livro “Uns comem, outros engordam...”. Recomendo a todos. Vou explicar porque: não acredito que a principal causa da obesidade seja física, salvo raras exceções que são diagnosticadas e tratadas de forma medicamentosa. Pra mim, existe um clic dentro da cabeça da gente que pode ser estalado de alguma forma. Cabe a cada um descobrir a sua. Não acredito que seja possível manter um corpo magro com uma cabeça gorda. Tanto que a principal operação na cirurgia de redução do estômago (gastroplastia) é a psicológica. Porque se não for assim, você recupera TUDO depois. E tem um monte de “sanfoneiro” aí pra comprovar essa teoria, com o indesejável efeito sanfona. Então, estou buscando dentro de mim as CAUSAS da minha obesidade, porque sei que ela é apenas a CONSEQUÊNCIA de algum problema interno. Se eu matar a causa, a conseqüência se extingue com o tempo.
O livro nos dá algumas armas interessantes pra facilitar o emagrecimento e promovê-lo *ad eternum*. Aborda aspectos que tentamos esquecer e até negar, de forma clara, objetiva e até grosseira em alguns momentos, mas exatamente do jeito que a gente PRECISA encarar. Estou terminando a minha primeira leitura, pra depois reler e me organizar pra colocar em prática.
Hoje, a principal mudança na minha alimentação é na maneira como me relaciono com a comida. Realmente incorporei o lema “Comida só cura a fome”, parando de comer como subterfúgio. Mais que isso, parei de sentir culpa por desejar e comer proibidões. Não estou abusando, tenho cuidado de evitar sempre que possível, mas já não me torturo porque *não posso*. Eu posso SIM. Só que eu *NÃO PRECISO*. Quer dizer, não preciso na maior parte do tempo, porque quando dá uma big crise formigativa, eu PRECISO SIM de um doce, um chocolate. E sabe o que eu faço? EU COMO! Sem culpas, sem neuras, sem problemas. Inclusive, Na, seu comentário a esse respeito me fez muito bem, você nem imagina.
Se você parar pra pensar, nós temos relações de CULPA com muitas coisas nas nossas vidas. Eu me culpava por querer comer, e acabava comendo mais por isso. Ainda me culpo (?) um pouco porque não tenho dado conta de cuidar da casa como eu gostaria; essa culpa está sendo devidamente trabalhada e brevemente será eliminada.
Eu precisava realmente era de uma psicóloga com abordagem de terapia cognitivo-comportamental. É quando o terapeuta te ajuda a descobrir padrões errados de comportamento e te auxilia a modificar esses comportamentos ao mudar o seu padrão de pensamentos/ crenças. Tenho feito sozinha minha própria terapia nesse sentido. Mas tudo começou com a psicóloga lá do posto de saúde... Mas isso é oooooutra história.
Com a atividade física, meu peso aumenta. Mas o corpo tem diminuído... Calças começam a caber... ;)
Resumindo:
- quase 31 anos;
- 1,58 kg;
- 86 kg;
- academia 5 x semana;
- antidieta;
- “Uns comem, outros engordam...”
- mudanças cognitivo-comportamentais;
- MUITO apoio do marido.
Basicamente, é isso aí.
Beijoca e uma ótima semana a todos!
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sábado, 7 de março de 2009
Antidieta (?)
Não consigo concordar com a idéia de q pra emagrecer é preciso ser radical e cortar pra sempre coisas da alimentação.
Não consigo achar certo q pra emagrecer e ficar mais bonita eu precise sofrer.
Não aceito a idéia de me privar do q gosto, de passar fome, de comer de forma restritiva, com dietas generalistas q ignoram minha realidade, minha história e minha vida.
Não entendo como seja possível tratar a obesidade do corpo sem tratar a da cabeça.
Ninguém é só um problema. Ninguém é apenas um aspecto da sua propria vida.
Não vejo possibilidade de sucesso, a longo prazo, em qualquer tratamento para emagrecimento q não seja HOLÍSTICO.
Cada vez mais vejo melhor q minha chance de acertar de vez é descobrindo e desatando os nós dentro de mim.
Pra reforçar tudo q tenho pensado, tem caído umas matérias na minha cabeça. Eu até diria q são grandes coincidências, se acreditasse q elas existem. Parece q as informações estão me chegando no momento em q tenho "maturidade" e entendimento pra absorver o q me é demonstrado.
Acabei de assistir a uma matéria no GNT, do programa Alternativa: Saúde falando sobre antidieta q veio confirmar o q tenho pensado. A psicóloga disse basicamente q fazer dieta engorda. Q se vc escutar o seu corpo e sua cabeça, perguntando a si: EU estou com fome?; EU estou sentindo fome de quê? e EU estou saciado?, se tiver moderação o suficiente para se escutar e se entender, mesmo sem dietas rígidas vc consegue emagrecer e não mais engordar.
Achei esses textos aqui, aqui e aqui interessantes, mas ainda não vi nada mais atualizado nem detalhado. O Marcelo Rodrigo disse q está fazendo a antidieta e q eliminou 4 kg em 1 semana; manda um comentário pra ele, querendo saber um pouco mais sobre como isso funciona na prática. Depois tento buscar melhor sobre o assunto.
Se alguém achar um link pro programa de hj, me manda um comentário, ok?!
Isso tudo tem muita conexão com as coisas q tenho lido no "Uns comem, outros engordam...". Depois escrevo mais sobre o livro, q tem sido um alento pra mim. Algumas coisas têm sido esclarecedoras demais, mas o mais importante é q têm respondido a uma série de perguntas q tenho feito a mim mesma a respeito do meu corpo.
Vou dormir.
Beijocas!!!
Não consigo achar certo q pra emagrecer e ficar mais bonita eu precise sofrer.
Não aceito a idéia de me privar do q gosto, de passar fome, de comer de forma restritiva, com dietas generalistas q ignoram minha realidade, minha história e minha vida.
Não entendo como seja possível tratar a obesidade do corpo sem tratar a da cabeça.
Ninguém é só um problema. Ninguém é apenas um aspecto da sua propria vida.
Não vejo possibilidade de sucesso, a longo prazo, em qualquer tratamento para emagrecimento q não seja HOLÍSTICO.
Cada vez mais vejo melhor q minha chance de acertar de vez é descobrindo e desatando os nós dentro de mim.
Pra reforçar tudo q tenho pensado, tem caído umas matérias na minha cabeça. Eu até diria q são grandes coincidências, se acreditasse q elas existem. Parece q as informações estão me chegando no momento em q tenho "maturidade" e entendimento pra absorver o q me é demonstrado.
Acabei de assistir a uma matéria no GNT, do programa Alternativa: Saúde falando sobre antidieta q veio confirmar o q tenho pensado. A psicóloga disse basicamente q fazer dieta engorda. Q se vc escutar o seu corpo e sua cabeça, perguntando a si: EU estou com fome?; EU estou sentindo fome de quê? e EU estou saciado?, se tiver moderação o suficiente para se escutar e se entender, mesmo sem dietas rígidas vc consegue emagrecer e não mais engordar.
Achei esses textos aqui, aqui e aqui interessantes, mas ainda não vi nada mais atualizado nem detalhado. O Marcelo Rodrigo disse q está fazendo a antidieta e q eliminou 4 kg em 1 semana; manda um comentário pra ele, querendo saber um pouco mais sobre como isso funciona na prática. Depois tento buscar melhor sobre o assunto.
Se alguém achar um link pro programa de hj, me manda um comentário, ok?!
Isso tudo tem muita conexão com as coisas q tenho lido no "Uns comem, outros engordam...". Depois escrevo mais sobre o livro, q tem sido um alento pra mim. Algumas coisas têm sido esclarecedoras demais, mas o mais importante é q têm respondido a uma série de perguntas q tenho feito a mim mesma a respeito do meu corpo.
Vou dormir.
Beijocas!!!
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domingo, 1 de março de 2009
"Uns Comem, Outros Engordam! "

Eu estava aqui em casa escrevendo, refletindo sobre todo meu processo de emagrecimento, como vc pode ler no post logo abaixo desse aqui. Na minha cabeça, minha obesidade está diretamente ligada à minha cabeça.
Resolvi entrar no Google e procurar por "Emagrecendo sem fome", pq com certeza deve ter mais alguém q pensa nisso, tanto quanto eu. Então eu achei a Rose, q me linkou nos blogs q acompanha. Muuuuuuuuito obrigada, Rose!!! ;)
Achei tb essa página aqui, falando do livro "Uns Comem, Outros Engordam! Muito Além do Mito da Contagem de Calorias", de autoria do Dr. Alfredo Toledo de Oliveira e Souza. Coloquei esse link pro livro pq foi o lugar mais barato q achei, inclusive pq esse link é de ponta de estoque. E eu comprei. Devo receber daqui a uns 4 dias. Fiquei mexida com o q li na descrição do índice do livro e mais ainda com a transcrição de uma parte do livro q achei aqui.
Tem tudo muito a ver com tudo q passei o dia pensando, sabe, com minhas dúvidas sobre isso tudo, os motivos q me levam a estar obesa e ter dificuldade momentânea de emagrecer. Sim, pq isso tudo é passageiro e sei q lá dentro de mim existe uma linda e magra mulher. ;)
Depois q eu receber e ler o livro, volto pra falar mais.
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Caminhos...
Sinto falta de escrever. De usar a caneta, rabiscar no papel. Talvez seja por gostar de escrever que eu goste tanto de estudar. Talvez por isso eu sinta tanta falta.
Já não escrevo cartas, não escrevo poemas, não tento músicas.
Me desordeno, descoordeno, me enrolo, dificulto minha vida, por motivos que não sei dizer. Uso a comida pra tapar um buraco que desconheço. Arredondo meu corpo quando o que mais quero é afiná-lo. Por momentos tenho certeza de que tudo dará certo. Mas em pouco tempo acabo comendo o que há pela frente. Uma grande necessidade oral não-identificada. Talvez, se eu ainda fumasse, fosse mais fácil. Na realidade, é claro que não seria. Eu comeria porque fumei; fumaria porque comi. Um grande círculo vicioso que vivi por tanto tempo. E do qual já consegui me livrar há bom tempo. Quase 6 anos sem fumar. Preenchendo a necessidade oral, o vício mecânico, com comida, com doce. E negando esse fato diariamente.
Eu tenho compulsão alimentar. Negar esse fato não tem sido útil. Então, talvez esteja na hora de tentar resolver novamente.
Houve um tempo em que emagreci. Eu tinha 23 pra 24 anos. Esse mês faço 31. Não me lembro de ter feito dieta. Não me lembro o que aconteceu de diferente. Quando entrei pra academia a 1ª vez, eu já estava “magra”. Algo entre 69 e 72 kg. Lembro que houve um tempo em que um pacote de Trakinas durava duas, três semanas. Eu guardava num vidro, dentro do meu armário, e comia um a cada dois dias, mais ou menos. Eu não sei o que mudou para chegar ali, nem o que mudou depois dali. Mas pude vivenciar uns meses de magreza, ainda solteira. Vivi as delícias de um corpo que nem era tão esbelto, mas que foi o mais bonito que eu já tive. Dispensei vários carinhas que me dispensaram quando eu era mais gorducha. Pude comprar blusinhas na seção infantil da C&A, algo que deixei de fazer aos 12 anos, porque as roupas infantis já não cabiam no meu corpo. Experimentei a agilidade na minha performance sexual. Na realidade, foi quando passei a ter uma performance, pois o excesso de gordura sempre havia me deixado tímida, acanhada e passiva demais para me expor.
Foi quando conheci meu marido. Me pergunto se ele me notaria se eu estivesse gordona. Eu sei que não. E sei que eu mesma não teria auto-estima suficiente para me aproximar. Às vezes, penso que meu “vale-magrinha” foi só pra podermos nos envolver. Depois de casada, normal engordar. Agora ele não me larga mais, né?! Ele tem problemas com a minha obesidade. Não com o excesso de peso em si, mas com tudo que o envolve. Não tenho uma doença específica que me leva à obesidade, mas uma série de fatores. Falta de disciplina, falta de compromisso, fraqueza em cumprir meus objetivos. Ele não entende, nunca foi obeso, não sabe como é, não consegue aceitar nem entender o que passa um obeso. Não entende, mas, na verdade, não tem que entender mesmo. Talvez, entender seria ter pena. Não tem que ter pena, não tem que amenizar, “botar panos quentes”. Ele bota é “pra ferver”, me torra o juízo, reclama de vez em quando, deixa claro que está insatisfeito, mesmo me amando mais que nunca. E que fica tristemente decepcionado a cada nova tentativa frustrada de uma nova dieta. Mas me apóia, me estimula, torce pela vitória. Como incentivo, agora me deu o pacote semestral na academia. Dessa vez, ou vai, ou vai.
Mas não é “dessa vez”. Contra a obesidade, é pra sempre. A luta é eterna. E tem aquele papo da memória celular, que meu corpo sabe que é obeso e que “gosta” de ser assim. Tem uma teoria de que pra você se manter no peso pra sempre depois de emagrecer, você precisa permanecer no peso pela quantidade de meses equivalente à quantidade de quilos que eliminou. Ou seja, - 20 kg, + 20 meses, - 40 kg, + 40 meses. E assim vai.
Eu sou (era?) imediatista. Preciso ter é paciência. Porque a caminhada rumo aos 60 kg é muito longa. Tantos já chegaram lá. Por que eu não poderia? Posso sim! Mesmo que eu tropece, mesmo que eu caia. Eu posso levantar, eu posso caminhar. O mais importante é que eu quero. Só falta agora descobrir o caminho certo, o melhor caminho pra mim. E enquanto eu não descubro esse caminho, basta andar um passo de cada vez, um passo a cada dia. Porque eu posso até não saber por onde caminhar, mas sei muito bem onde quero chegar.
Beijoca.
Já não escrevo cartas, não escrevo poemas, não tento músicas.
Me desordeno, descoordeno, me enrolo, dificulto minha vida, por motivos que não sei dizer. Uso a comida pra tapar um buraco que desconheço. Arredondo meu corpo quando o que mais quero é afiná-lo. Por momentos tenho certeza de que tudo dará certo. Mas em pouco tempo acabo comendo o que há pela frente. Uma grande necessidade oral não-identificada. Talvez, se eu ainda fumasse, fosse mais fácil. Na realidade, é claro que não seria. Eu comeria porque fumei; fumaria porque comi. Um grande círculo vicioso que vivi por tanto tempo. E do qual já consegui me livrar há bom tempo. Quase 6 anos sem fumar. Preenchendo a necessidade oral, o vício mecânico, com comida, com doce. E negando esse fato diariamente.
Eu tenho compulsão alimentar. Negar esse fato não tem sido útil. Então, talvez esteja na hora de tentar resolver novamente.
Houve um tempo em que emagreci. Eu tinha 23 pra 24 anos. Esse mês faço 31. Não me lembro de ter feito dieta. Não me lembro o que aconteceu de diferente. Quando entrei pra academia a 1ª vez, eu já estava “magra”. Algo entre 69 e 72 kg. Lembro que houve um tempo em que um pacote de Trakinas durava duas, três semanas. Eu guardava num vidro, dentro do meu armário, e comia um a cada dois dias, mais ou menos. Eu não sei o que mudou para chegar ali, nem o que mudou depois dali. Mas pude vivenciar uns meses de magreza, ainda solteira. Vivi as delícias de um corpo que nem era tão esbelto, mas que foi o mais bonito que eu já tive. Dispensei vários carinhas que me dispensaram quando eu era mais gorducha. Pude comprar blusinhas na seção infantil da C&A, algo que deixei de fazer aos 12 anos, porque as roupas infantis já não cabiam no meu corpo. Experimentei a agilidade na minha performance sexual. Na realidade, foi quando passei a ter uma performance, pois o excesso de gordura sempre havia me deixado tímida, acanhada e passiva demais para me expor.
Foi quando conheci meu marido. Me pergunto se ele me notaria se eu estivesse gordona. Eu sei que não. E sei que eu mesma não teria auto-estima suficiente para me aproximar. Às vezes, penso que meu “vale-magrinha” foi só pra podermos nos envolver. Depois de casada, normal engordar. Agora ele não me larga mais, né?! Ele tem problemas com a minha obesidade. Não com o excesso de peso em si, mas com tudo que o envolve. Não tenho uma doença específica que me leva à obesidade, mas uma série de fatores. Falta de disciplina, falta de compromisso, fraqueza em cumprir meus objetivos. Ele não entende, nunca foi obeso, não sabe como é, não consegue aceitar nem entender o que passa um obeso. Não entende, mas, na verdade, não tem que entender mesmo. Talvez, entender seria ter pena. Não tem que ter pena, não tem que amenizar, “botar panos quentes”. Ele bota é “pra ferver”, me torra o juízo, reclama de vez em quando, deixa claro que está insatisfeito, mesmo me amando mais que nunca. E que fica tristemente decepcionado a cada nova tentativa frustrada de uma nova dieta. Mas me apóia, me estimula, torce pela vitória. Como incentivo, agora me deu o pacote semestral na academia. Dessa vez, ou vai, ou vai.
Mas não é “dessa vez”. Contra a obesidade, é pra sempre. A luta é eterna. E tem aquele papo da memória celular, que meu corpo sabe que é obeso e que “gosta” de ser assim. Tem uma teoria de que pra você se manter no peso pra sempre depois de emagrecer, você precisa permanecer no peso pela quantidade de meses equivalente à quantidade de quilos que eliminou. Ou seja, - 20 kg, + 20 meses, - 40 kg, + 40 meses. E assim vai.
Eu sou (era?) imediatista. Preciso ter é paciência. Porque a caminhada rumo aos 60 kg é muito longa. Tantos já chegaram lá. Por que eu não poderia? Posso sim! Mesmo que eu tropece, mesmo que eu caia. Eu posso levantar, eu posso caminhar. O mais importante é que eu quero. Só falta agora descobrir o caminho certo, o melhor caminho pra mim. E enquanto eu não descubro esse caminho, basta andar um passo de cada vez, um passo a cada dia. Porque eu posso até não saber por onde caminhar, mas sei muito bem onde quero chegar.
Beijoca.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Sabe, eu coloco no blog coisas q eu acho interessantes sobre emagrecimento. Mas a gente sempre cria um blog pensando em colocar coisas legais tb pra quem vem ler.
Eu tou vendo q o contador tá só subindo, subindo, subindo, mas ninguém nunca comenta!!!! Não quero ficar pedindo "Ah, pô, comenta aí, vai!", mas eu não faço a menor idéia de quem vem aqui, e se quem vem acaba achando o q queria ou não, se gostou do q leu ou não...
Pergunto: o q vc acha q seria legal rolar aqui? Q matéria, q informação? Fala comigo, conta pra mim!
A gente sabe q essa luta contra a obesidade e pela boa forma e boa saúde é eterna. E q o fardo fica muito menor qdo a gente luta junto.
Então, se vc vem até aqui pq gosta, se vc volta pq gosta, ou não vai voltar pq não gostou, me conta. Pq eu quero fazer uma coisa legal não só pra mim, mas tb pra quem lê.
Que tal se vc me ajudar?
Pra entrar em contato direto comigo, mande um email pra cá. Ou, se preferir, comente!
Beijoca!!!!
Eu tou vendo q o contador tá só subindo, subindo, subindo, mas ninguém nunca comenta!!!! Não quero ficar pedindo "Ah, pô, comenta aí, vai!", mas eu não faço a menor idéia de quem vem aqui, e se quem vem acaba achando o q queria ou não, se gostou do q leu ou não...
Pergunto: o q vc acha q seria legal rolar aqui? Q matéria, q informação? Fala comigo, conta pra mim!
A gente sabe q essa luta contra a obesidade e pela boa forma e boa saúde é eterna. E q o fardo fica muito menor qdo a gente luta junto.
Então, se vc vem até aqui pq gosta, se vc volta pq gosta, ou não vai voltar pq não gostou, me conta. Pq eu quero fazer uma coisa legal não só pra mim, mas tb pra quem lê.
Que tal se vc me ajudar?
Pra entrar em contato direto comigo, mande um email pra cá. Ou, se preferir, comente!
Beijoca!!!!
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quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Re-começar
A vida é mesmo feita de novos começos. Ou re-começos. O importante é não desistir, é sempre tentar. É ter certeza de q vai dar certo, mesmo q não dê agora, mas em algum momento dará. Pode ser q esse meu momento seja agora. Pode ser q não.
Pode ser mais uma tentativa frustrada. Pode ser uma feliz tentativa. Pode ser q mais uma vez não funcione. Mas pode ser q agora seja a derradeira vez.
A hora da disciplina. A hora da realização. A hora do concreto.
Por hoje, eu venci uma batalha. Pode até ser q pra algumas pessoas isso não seja nada demais. Mas outras sabem o verdadeiro sacrifício q é. Mesmo q não devesse ser. Mas é. Não um sacrifício, mas uma batalha. Q eu venci por hoje.
Comecei a caminhar. 30 minutos. Acordei às 5h. Iniciei às 5:31h. E já estou em casa, sentada e escrevendo, às 6:16h. E só eu sei o quanto me é custoso. Mas é tão prazeroso tb. :) Viva a endorfina!
Ontem eu re-comecei a Sibu. Dessa vez mais fraca, de 10 mg. Foi um presente. Dessa vez eu já sei o mecanismo: pico de efeito por 2 meses. Calmaria por 1 mês. Platô no outro mês. Dessa vez, então, vou tentar intercalar. Voltar na endocrinologista. Fazer tudo direitinho.
Voltar pro chá verde. Re-começar a re-educação alimentar. Começar de novo. Tudo de novo.
Crescer. Re-crescer. Mais uma vez. Um dia de cada vez.
E bom dia. :)
Pode ser mais uma tentativa frustrada. Pode ser uma feliz tentativa. Pode ser q mais uma vez não funcione. Mas pode ser q agora seja a derradeira vez.
A hora da disciplina. A hora da realização. A hora do concreto.
Por hoje, eu venci uma batalha. Pode até ser q pra algumas pessoas isso não seja nada demais. Mas outras sabem o verdadeiro sacrifício q é. Mesmo q não devesse ser. Mas é. Não um sacrifício, mas uma batalha. Q eu venci por hoje.
Comecei a caminhar. 30 minutos. Acordei às 5h. Iniciei às 5:31h. E já estou em casa, sentada e escrevendo, às 6:16h. E só eu sei o quanto me é custoso. Mas é tão prazeroso tb. :) Viva a endorfina!
Ontem eu re-comecei a Sibu. Dessa vez mais fraca, de 10 mg. Foi um presente. Dessa vez eu já sei o mecanismo: pico de efeito por 2 meses. Calmaria por 1 mês. Platô no outro mês. Dessa vez, então, vou tentar intercalar. Voltar na endocrinologista. Fazer tudo direitinho.
Voltar pro chá verde. Re-começar a re-educação alimentar. Começar de novo. Tudo de novo.
Crescer. Re-crescer. Mais uma vez. Um dia de cada vez.
E bom dia. :)
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Pensamentos e perguntas
* Não estou fazendo nenhuma atividade física.
* Não voltei mais no aeroboxe nem no jiu-jitsu depois da primeira aula.
* Não sei se não aguento os horários, o local, os dias ou se é apenas mais duas coisas q eu comecei e não vou terminar. Ou vou?
* Tenho MUITA saudade de fazer spinning.
* Por ausência da Sibutramina há uns 4 meses, não existe, de fato, mais qq resquício de saciedade em mim. Não tenho mais essa sensação, mas tenho bom-senso na maior parte do tempo. A questão é q, em determinados momentos de fome e distração, eu como sem sentir, sem me dar conta, mesmo q não seja compulsivamente. Acabo passando mal, com com azia e uma espécie de refluxo.
* Mesmo q minha mente não possua os benditos neuroreceptores e neurorecaptadores produtores da sensação de saciedade, o meu corpo já não me permite as extravagâncias volumétricas de outrora. O problema é q mesmo q o estômago esteja com o volume necessário, a fome simplesmente não passa. Mesmo q eu saiba q não preciso de mais alimento, continuo com fome. E isso não tem nada a ver com gula ou compulsão. É fome mesmo.
* Minha insatisfação pessoal com todo esse processo de emagrecimento e platô, não-continuidade das atividades, excesso de coisas a fazer e total falta de organização para fazer tudo q é necessário, enfim, isso tudo está me deixando um tanto quanto surtada e neurótica. Isso não é força de expressão, é literal. Estou passando por uma fase de surto. Mais uma vez.
* Eu preciso de terapia.
* Por que as pessoas se expõe em blogs dessa maneira?
* Por que escrever aqui me ajuda a colocar as coisas mais coerentemente na minha cabeça?
* Por que não escrever em cadernos como eu fazia antigamente?
* Por que o contador do blog não pára de crescer e quase não tem comentários?
* Por que algumas pessoas comentam em blogs e não deixam uma forma dos autores entrarem em contato com elas?
* Por que eu não paro de escrever?
:)
Boa noite.
Beijocas!
* Não voltei mais no aeroboxe nem no jiu-jitsu depois da primeira aula.
* Não sei se não aguento os horários, o local, os dias ou se é apenas mais duas coisas q eu comecei e não vou terminar. Ou vou?
* Tenho MUITA saudade de fazer spinning.
* Por ausência da Sibutramina há uns 4 meses, não existe, de fato, mais qq resquício de saciedade em mim. Não tenho mais essa sensação, mas tenho bom-senso na maior parte do tempo. A questão é q, em determinados momentos de fome e distração, eu como sem sentir, sem me dar conta, mesmo q não seja compulsivamente. Acabo passando mal, com com azia e uma espécie de refluxo.
* Mesmo q minha mente não possua os benditos neuroreceptores e neurorecaptadores produtores da sensação de saciedade, o meu corpo já não me permite as extravagâncias volumétricas de outrora. O problema é q mesmo q o estômago esteja com o volume necessário, a fome simplesmente não passa. Mesmo q eu saiba q não preciso de mais alimento, continuo com fome. E isso não tem nada a ver com gula ou compulsão. É fome mesmo.
* Minha insatisfação pessoal com todo esse processo de emagrecimento e platô, não-continuidade das atividades, excesso de coisas a fazer e total falta de organização para fazer tudo q é necessário, enfim, isso tudo está me deixando um tanto quanto surtada e neurótica. Isso não é força de expressão, é literal. Estou passando por uma fase de surto. Mais uma vez.
* Eu preciso de terapia.
* Por que as pessoas se expõe em blogs dessa maneira?
* Por que escrever aqui me ajuda a colocar as coisas mais coerentemente na minha cabeça?
* Por que não escrever em cadernos como eu fazia antigamente?
* Por que o contador do blog não pára de crescer e quase não tem comentários?
* Por que algumas pessoas comentam em blogs e não deixam uma forma dos autores entrarem em contato com elas?
* Por que eu não paro de escrever?
:)
Boa noite.
Beijocas!
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segunda-feira, 27 de agosto de 2007
30 dias reduzidos a 13 - o ruim x o bom disso tudo
Não consegui.
Morri na praia.
Não resisti.
Comi brigadeiro e bolo de aniversário no dia 13 dos 30 q me propus a ficar sem comer besteiras purpurinadas.
Não é tão simples quanto parece. É meio complicado manter essa rigidez tendo fins de semana sociais. É como se não houvesse a opção de não comer. Mas eu q pensasse nisso antes.
O problema disso não é simplesmente o comer. Vai muito além disso.
O problema é, mais uma vez, não conseguir finalizar algo q me proponho a fazer. É não ter persistência o suficiente. Não perseverar. É fazer errado mais uma vez.
E qdo a pessoa certa diz as palavras erradas na hora certa, o resultado pode ser devastador.
A sensação de derrota é imensa. A sensação de auto-desprezo. Auto-piedade. Auto-reprovação.
Aqueles sentimentos q ninguém deveria sentir por si mesmo. Mas q acaba sentindo.
Houve um tempo em q eu tentaria negar isso tudo. Hoje eu sinto. Me permito sentir. Me permito viver o momento dessa dor. E tive a chance, hoje em sala de aula, de exteriorizar essa dor, com muito choro, muito soluço, muito sentimento, e nenhuma pergunta.
Ainda estou lenta de cansaço, mole de sono por excesso de choro. Mas estou indescritivelmente mais leve. Como se todo aquele choro tivesse lavado algo de dentro de mim.
E todos aqueles braços me abraçando, me aceitando, me acolhendo, me acalentando. Todos aqueles braços me aceitando com todos os meus problemas, com toda a minha dor (q era imensa naquele momento). A experiência q vivi hoje foi única.
Todas as coisas têm um lado bom e outro ruim. Não conseguir chegar ao dia 30 me deu a dor da derrota, mas tb deu o calor da aceitação.
Morri na praia.
Não resisti.
Comi brigadeiro e bolo de aniversário no dia 13 dos 30 q me propus a ficar sem comer besteiras purpurinadas.
Não é tão simples quanto parece. É meio complicado manter essa rigidez tendo fins de semana sociais. É como se não houvesse a opção de não comer. Mas eu q pensasse nisso antes.
O problema disso não é simplesmente o comer. Vai muito além disso.
O problema é, mais uma vez, não conseguir finalizar algo q me proponho a fazer. É não ter persistência o suficiente. Não perseverar. É fazer errado mais uma vez.
E qdo a pessoa certa diz as palavras erradas na hora certa, o resultado pode ser devastador.
A sensação de derrota é imensa. A sensação de auto-desprezo. Auto-piedade. Auto-reprovação.
Aqueles sentimentos q ninguém deveria sentir por si mesmo. Mas q acaba sentindo.
Houve um tempo em q eu tentaria negar isso tudo. Hoje eu sinto. Me permito sentir. Me permito viver o momento dessa dor. E tive a chance, hoje em sala de aula, de exteriorizar essa dor, com muito choro, muito soluço, muito sentimento, e nenhuma pergunta.
Ainda estou lenta de cansaço, mole de sono por excesso de choro. Mas estou indescritivelmente mais leve. Como se todo aquele choro tivesse lavado algo de dentro de mim.
E todos aqueles braços me abraçando, me aceitando, me acolhendo, me acalentando. Todos aqueles braços me aceitando com todos os meus problemas, com toda a minha dor (q era imensa naquele momento). A experiência q vivi hoje foi única.
Todas as coisas têm um lado bom e outro ruim. Não conseguir chegar ao dia 30 me deu a dor da derrota, mas tb deu o calor da aceitação.
terça-feira, 10 de julho de 2007
O chá das 30 ervas...
Continuo tomando o bendito chá. Aquele q teve direito a foto e tudo. Sabe q o troço funciona mesmo?
Eu abandonei a sibu. Não tomo mais, não voltei na endocrinologista, na nutricionista. Mas a reeducação alimentar tem funcionado. O chá tem diminuido a ansiedade, de fato. E mesmo qdo me dá uma crise, como ontem à noite, eu tenho comido pouquinho mesmo. E isso não é um eufemismo! :)
Já não estou mais me exercitando como antes. Acho q só vai dar pra voltar a me exercitar mesmo depois das férias. Não dá pra fazer nada específico com o Ian em casa. Fica meio complicado mesmo.
Mas medidas estão diminuindo. As roupas estão um pouquinho mais largas.
Devagar e sempre. O autoboicote já não me pega mais. Q maravilha! :)
Eu abandonei a sibu. Não tomo mais, não voltei na endocrinologista, na nutricionista. Mas a reeducação alimentar tem funcionado. O chá tem diminuido a ansiedade, de fato. E mesmo qdo me dá uma crise, como ontem à noite, eu tenho comido pouquinho mesmo. E isso não é um eufemismo! :)
Já não estou mais me exercitando como antes. Acho q só vai dar pra voltar a me exercitar mesmo depois das férias. Não dá pra fazer nada específico com o Ian em casa. Fica meio complicado mesmo.
Mas medidas estão diminuindo. As roupas estão um pouquinho mais largas.
Devagar e sempre. O autoboicote já não me pega mais. Q maravilha! :)
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